Esta ficção traz aprendizado à alma. Desalma a culpa. A consciência acusa quem intentou matar Tereza. O acusado se recusa a aceitar.
No astral, o tribunal aponta o desejo. No ensejo, mostra até fatos ignorados. Os atos daqui são anunciados em paralelo aos do palco espiritual do júri.
Revelam-se ódios, acusações e a sociedade a cobrar ações do perdedor da cabocla. Na pressão, trama a execução. Mas agiu ou desistiu da ação?
É preciso atenção nas primeiras páginas, depois a leitura torna-se doçura, prazer e deleite. Aproveite.
Suspense
A cabocla Tereza tem pai rude e durão. Em certa confusão, sai de casa. Vaza pelo moro e é acolhida. Sente-se envolvida em namoro. Só depois conhece seu grande amor. Decide vivê-lo, mas...
A paixão é Joaquim, que foge ao Turvo a fim de viver com a amada, mas...
Maria Tereza é a filha, criada isolada da sociedade. A caboclinha cresce e também tem sonhos de amar. A idade lhe abre caminhos para ter Augusto, mas...
Avance neste romance que trata ações do mundo físico e retrata consequências de consciência no plano espiritual.

BRASIL R$ 50,00
Introdução
Quem matou a cabocla Tereza? Alguém deve saber! Sobreviveu a filha, Maria Tereza, de igual beleza. A encantadora caboclinha adotou as feições da genitora. Só que vive refugiada com o pai, vai tempo. Desde o nascimento e sem lamentos. Está ambientada pelas grotas do rio Turvo. Sem considerar estar em derrotas.
Nem são meras anedotas. Aqueles recantos da localidade de Segredo são terras de encantos nativos do escritor. Carrega-as nas costas. Auferir o desenrolar e descoberta do caso tem certa causa por tal situação. Então, cabe descobrir quem se acusa em frente à tribuna, apresentada desde o início deste ofício escrito. Sim, pois escusas e acusadores há de roldão.
O julgamento recai sobre quem se culpa e se desculpa em boa argumentação. Ocorre lá no plano espiritual e transcorre durante toda a peça. Só no final da audiência daquele tribunal é que se abre e se encontra solvência à questão. Nota-se que a consciência pesa e lesa a pessoa que ressoa vinganças na vida carnal.
Por outro lado, buscar culpados e acusar por deduzir motivos são atrativos de muita gente destas andanças. Só sei que não fui eu! Teria sido Proteu? Se não há outro a delatar, as lambanças sobram até ao deus da mitologia grega.
Assim se agrega a vida corriqueira da humanidade. Anda na infelicidade em busca de saber questiúnculas. Pressiona por desforra, ergue bandeira de revide, ainda que diga querer felicidade. Esta é rota torta comum. Sem ter jejum, aqui roda também.
Deus traçou único caminho: amar sem grudar. Amor integral só a Ele, total sobre todas as coisas. Este é o ninho de ser feliz. Na gangorra de aprender, ocorrem enganos, dor. Os danos se corrigem na prática do verdadeiro amor.
É ilusão? Talvez! O romance é pura ficção? Quem sabe seja desta vez! Em tom de doçura, pergunte a Joaquim, eterno pai da caboclinha. Vai que ele conte a linha de sua desventura a você também. Guarda forte amargura em segredo! O enredo é por sua conta.
Bem, desconte respingos, arreie o pingo e tasque o trote. Embale no galope.


