Os Pais Contam ...

Sinopse Os Pais Contam ...

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Os Pais Contam, Os Filhos Cantam intui aproximar pais e filhos. Flui contar-lhes histórias, talvez antes da dica de dormir. Indica auxiliar docentes na pertinente orientação aos alunos. 12 sonhos lúdicos para enriquecer a imaginação, carregados de informação. Histórias alegres, divertidas e educativas, em que paira ativa moral, comportamento e disciplina. Atina sonhar ser a Água a banhar o mundo, o Sol fecundo pela imensidão da natureza, o Jabuti na proeza de viajar pelo continente ou o Cravo fixo ao canteiro, insistente no desejo de andar. Ao ensejo, cisma ser risonho Colibri, altaneiro Canário ou sonoro Sabiá, pássaros que encantam aqui e acolá. Ao sonho, nada é impossível, e é preciso estimular a meninada a sonhar, querer, aprender, buscar construir vida melhor.

Bons pais querem filhos fortes, vencedores, felizes. Professores também são contemplados nestas diretrizes. Disto surge a necessidade de prepará-los desde cedo. Neste enredo, urge oferecer conhecimento e mostrar-lhes saídas ante acontecimentos desagradáveis. Os 12 imagináveis sonhos amparam o universo sonhador das crianças e indicam-lhes soluções. Tudo passa e prossegue, há opções. É possível ser feliz e realizar-se. Aprender com descontração é o sinal apresentado por Os Pais Contam, Os Filhos Cantam.

Conte-me alguma história. Puxe da memória. Pode ser algum sonho. Faça-me viajar medonho por lugares inimagináveis. Andar por agradáveis florestas, cantar com os pássaros, voar com borboletas e até nadar igual peixinho, assanhadinho na correnteza. Já imaginei ser água e saciar a sede de toda a natureza. Vislumbrei ser sol e iluminar o universo inteiro. Projetei ser aventureiro beija-flor e beijar todas as flores, de todas as cores. Depois beijar seu rosto com cheiro e gosto de mel. Ahah, brinquei, gosto deste descontraído papel. Mas é possível sonhar maravilhas, não é? Então, entre na trilha desta brincadeira e conte-me seus sonhos, depois conto os meus. Senão, Os Pais Contam, Os Filhos Cantam. Ahah, vamos descontrair?

 

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Sonho de Cravo

– Certa noite, sonhei ser um cravo, lindo e bravo. Permanecia no canto de um canteiro de jardim, nada carmim. O jardineiro me dizia: franco e branco. Regado ou orvalhado ao entardecer, me sentia sujeito insatisfeito mesmo ao florescer.

– Por acaso, Sálvio, estava angustiado de se sentir aprisionado? Ou além de não conseguir andar, no amargor de ser fixa flor, carecia se queixar do nome?

– Bingo certinho, Geninho! Suas deduções revelam as duas razões. Já azarado de estar denominado Sálvio, dormi no agravo de ser cravo plantado! Só faltava ser jogado na panela para temperar com canela: Sálvio, cravo e canela, ahahah...

– Que entravo! Ahahah... E devaneio lamentável, pois vivia no seio de estimável floreiro! Cravo altaneiro ter dor por miudeza de nome? Convém motivo para tal brabeza?

– Um pouco! Meio louco me entristecia, também, me ver atado, sem correr.

– Por que tão revoltado? Se for ver, não se locomover é próprio do vegetal, afinal. O queixume não brotava por ciúme da cor? Caule magrelo, sonhava ser amarelo e fazer filó na casa da vovó!

(segue ....)

 

 

Canto/Versinho:

 

Se eu fosse um Cravo

e pudesse caminhar,

me fingia de bravo

e faria a rosa pular.

 

 

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